Por que buscar um especialista em dor crônica faz toda a diferença?
Sou a Dra. Mariane Stahlberg, especialista em Dor Crônica pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e titulada pela Associação Médica Brasileira (AMB). Dedico minha prática exclusivamente ao cuidado integral de pacientes com síndromes dolorosas, como a fibromialgia.
Com uma carreira sólida e centrada no tratamento de diversas patologias causadoras de dor, mantenho meu compromisso com a excelência clínica por meio de constantes atualizações através de congressos, cursos e workshops, garantindo que meus pacientes recebam cuidado com base nas práticas mais avançadas e eficazes.
Combinando conhecimento técnico avançado com uma abordagem humana e compassiva, ofereço soluções terapêuticas que variam desde ajustes no estilo de vida e tratamento farmacológico a intervenções inovadoras e específicas para cada condição dolorosa, adaptando sempre a estratégia de acordo com cada paciente.
Atualmente atendo em consultório particular na cidade de Limeira e região, atuando também como médica colaboradora no grupo de dor do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP).
Minhas consultas são conduzidas com atenção individualizada, avaliando de forma detalhada todos os aspectos físicos, emocionais e sociais da vida do paciente. Acredito que cada pessoa é única e que, juntos, podemos estabelecer o plano de tratamento mais adequado, seguro e eficaz.

Meu consultório é um espaço onde a atenção, o tempo e o cuidado são prioridades. Ofereço um ambiente acolhedor e seguro, onde os pacientes podem expressar suas preocupações e esperanças.
Minha experiência e dedicação à fibromialgia me capacitam a identificar as melhores abordagens terapêuticas, sempre respeitando as particularidades de cada indivíduo. É essa combinação de expertise e cuidado que me torna a escolha idealpara aqueles que buscam um tratamento eficaz e humanizado para a fibromialgia.
Neste artigo, explico de maneira clara e baseada em evidências científicas tudo o que você precisa saber sobre a fibromialgia — desde as causas até as opções terapêuticas, incluindo o uso de terapias não convencionais.


O que é Fibromialgia?
A Síndrome Fibromiálgica (SFM) é uma condição crônica caracterizada por dor musculoesquelética difusa, fadiga, distúrbios do sono, rigidez matinal, alterações cognitivas (conhecidas como “fibro fog”) e sintomas de humor como ansiedade e depressão.
Não se trata de uma doença inflamatória ou degenerativa, mas de uma disfunção no processamento da dor pelo sistema nervoso central.
A prevalência na população geral varia de 1,5% a 4,4%, sendo mais comum em mulheres, com uma proporção de até 8-9:1 em relação aos homens. Em centros especializados em dor, pode estar presente em até 40% dos pacientes avaliados.

Causas e Fatores de Risco na Fibromialgia
A origem da fibromialgia é multifatorial. Entre os fatores de risco e desencadeantes, destacam-se:
–Genética (histórico familiar de dor crônica)
–Sexo feminino
–Idade avançada
–Traumas físicos ou cirurgias
–Infecções virais
–Estresse emocional crônico
–Fatores ambientais e psicológicos
📌 No cérebro dos pacientes com fibromialgia, há um desequilíbrio entre os neurotransmissores excitatórios e os mecanismos de inibição da dor, o que gera uma amplificação da percepção dolorosa, mesmo diante de estímulos não nocivos.
Além da dor, a fadiga também tem origem central, associada a distúrbios do sono, descondicionamento físico e alterações hormonais no eixo hipotálamo-hipófise-adrenal. Já as alterações cognitivas resultam da combinação de dor persistente, sono não reparador, estresse e medicações.

Sintomas Comuns da Fibromialgia
A fibromialgia manifesta-se de forma abrangente, afetando a qualidade de vida de forma significativa. Os principais sintomas incluem:
–Dor difusa ou migratória, com queimação, pontadas, dormência ou formigamento.
–Rigidez matinal, especialmente em pescoço, ombros, coluna lombar, quadris e extremidades.
–Fadiga intensa, que não melhora com o descanso e afeta o desempenho físico e mental.
–Sono não reparador, com dificuldade para iniciar ou manter o sono, sono leve e sensação de cansaço ao despertar.
–Alterações cognitivas (“fibro fog”): dificuldade de concentração, memória prejudicada e lentidão no raciocínio.
–Alterações de humor: depressão, ansiedade e irritabilidade.
🚨 Outros sintomas frequentemente associados:
-Cefaleia crônica (em 40% dos casos)
-Síndrome do intestino irritável (60%)
-Síndrome das pernas inquietas (60%)
-Bexiga hiperativa (40-60%)
-Sensibilidade ao frio, luz, ruídos e cheiros
-Hipotensão arterial
-Tonturas, náuseas e sensação de desmaio
As crises fibromiálgicas, que são agravamentos súbitos dos sintomas, podem ser desencadeadas por:
-Privação de sono
-Esforço físico excessivo
-Estresse emocional
-Mudanças climáticas
-Infecções
-Ciclo menstrual
Diagnóstico da Fibromialgia
O diagnóstico é clínico, baseado na história do paciente e exame físico. Não há alterações laboratoriais ou radiológicas específicas. Os principais critérios diagnósticos são:
-Dor generalizada (em pelo menos 4 de 5 áreas do corpo)
-Persistência dos sintomas por no mínimo 3 meses
-Índice de Dor Generalizada (IDG)≥7 e Escore de Gravidade dos Sintomas (EGS)≥5, ou IDG de 4–6 e EGS≥9
-Ausência de outras doenças que expliquem os sintomas, não se excluindo outras condições clínicas importantes
Durante o exame físico, não se observam sinais inflamatórios, fraqueza muscular ou alterações neurológicas importantes. Os testes de sensibilidade revelam múltiplos pontos dolorosos ao toque leve.

Diagnóstico Diferencial da Fibromialgia
É fundamental excluir outras condições clínicas e identificar doenças que podem coexistir com a fibromialgia:
–Síndrome dolorosa miofascial
–Síndrome da fadiga crônica
–Artrite reumatoide, lúpus, osteoartrose
–Hipotireoidismo, hiperparatireoidismo, síndrome de Cushing
–Esclerose múltipla, neuropatias
–Doença de Lyme, hepatite C
–Apneia do sono

Tratamento da Fibromialgia: Multidisciplinar e Personalizado
O tratamento da fibromialgia deve ser individualizado, com foco na redução dos sintomas e melhora da qualidade de vida. Inclui abordagens farmacológicas e não farmacológicas.
1. Tratamento Farmacológico
–Analgésicos simples e anti-inflamatórios: ajudam se combinados a outras medicações.
–Relaxantes musculares: induzem o sono e aliviam pontos dolorosos.
–Antidepressivos tricíclicos: melhoram dor, sono e humor.
–Antidepressivos duais: eficazes na dor e ansiedade.
–Anticonvulsivantes tipo gabapentinoides: úteis em dor neuropática e distúrbios do sono.
–Opióides específicos: usados com cautela, podem ser úteis por seus efeitos duplo (analgésico e antidepressivo leve).
–Suplementos naturais: promissores, porém ainda em estudo.
2. Tratamento Não Farmacológico
Essencial para o sucesso terapêutico:
–Exercício físico regular: talvez seja a terapia com maior benefício nos pacientes fibromiálgicos. O treinamento aeróbico com intensidade moderada e o treinamento de força resultam em redução da dor, dos pontos dolorosos e da depressão, melhorando o bem estar global e a função física
–Dieta balanceada
–Perda de peso
–Acupuntura
–Hidroterapia
–Infiltrações em pontos gatilho com anestésicos locais ou agulhamento a seco
–Terapias de estimulação elétrica e magnética (transcutânea e transcraniana)
–Técnicas mente-corpo: Yoga, Tai-Chi, Mindfulness, meditação
–Psicoterapia cognitivo-comportamental
–Educação em dor crônica: empodera o paciente e melhora a adesão ao tratamento

E quando os tratamentos convencionais para fibromialgia não são suficientes?
Muitas vezes os pacientes não apresentam alívio satisfatório com as abordagens tradicionais e precisam buscar outras alternativas para complementar o tratamento. Se você ou algum conhecido estiver passando por este problema e quiser saber mais sobre outras alternativas de tratamento, clique no link abaixo! 😉
https://dramarianestahlberg.com.br/fibromialgia-tratamentos-alternativos/: Fibromialgia: Entendendo a Síndrome e os Caminhos para um Tratamento de SucessoConclusão
A fibromialgia é uma condição complexa e multifatorial, que vai muito além das dores musculares generalizadas. Envolve uma série de sintomas como fadiga intensa, distúrbios do sono, alterações cognitivas e emocionais, e frequentemente está associada a outras comorbidades, como depressão, ansiedade, síndrome do intestino irritável e enxaquecas.
O diagnóstico, que é eminentemente clínico, exige uma escuta atenta e criteriosa, já que os exames complementares costumam ser normais.
É fundamental que o paciente seja acolhido e compreendido em sua totalidade, evitando abordagens simplistas ou reducionistas.
Por ser uma síndrome de origem predominantemente neurossensorial, a fibromialgia deve ser manejada por um profissional que compreenda profundamente os mecanismos da dor crônica, suas repercussões e os tratamentos mais modernos e individualizados disponíveis.
O médico especialista em dor é treinado justamente para esse tipo de desafio. Ele não apenas domina a fisiopatologia da dor, como também está capacitado para utilizar estratégias farmacológicas, intervencionistas e complementares com segurança e precisão. Além disso, está habituado a conduzir tratamentos multidisciplinares, respeitando o ritmo, a história de vida e as particularidades de cada pessoa.
Sou a Dra. Mariane Stahlberg, médica especialista em Dor Crônica pela Faculdade de Medicina da USP. Minha prática clínica é pautada por um cuidado humano, minucioso e personalizado, oferecendo aos meus pacientes um espaço de escuta, acolhimento e tratamento integral.
Ao longo dos anos, tenho acompanhado de perto a jornada de muitas pessoas com fibromialgia e sei o quanto um acompanhamento especializado pode transformar a qualidade de vida desses pacientes.
Se você convive com dores constantes e outros sintomas que afetam sua rotina e bem-estar, saiba que não está sozinho(a) e que há caminhos eficazes para o alívio e recuperação. Estou aqui para te ajudar nessa caminhada.
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https://dramarianestahlberg.com.br/cefaleias/: Fibromialgia: Entendendo a Síndrome e os Caminhos para um Tratamento de Sucesso👩⚕️ Texto preparado por Dra. Mariane Stahlberg, médica anestesiologista e especialista em dor crônica, com atenção dedicada à individualização e ao cuidado integral de cada paciente.
